Um novo mundo está surgindo. O desafio é se reinventar.

Em um tempo que o mundo precisa de mais solidariedade, a indústria da Bahia vem fazendo a diferença. Se reinventando, apoiando causas solidárias e agindo rápido para atender às demandas mais urgentes da sociedade. E no mês da indústria, o Sistema FIEB faz questão de reafirmar o seu orgulho e apoio a tantas empresas que vêm fazendo a diferença para a Bahia e para o mundo.

Vamos juntos, aprender com o passado, agir no presente e nos preparar para o futuro. Sistema FIEB. O desafio é se reinventar.

25 de Maio. Dia da Indústria.

O Dia 25 de Maio é a data em que costumamos celebrar a indústria, homenagear aqueles que se destacaram pela sua história, apresentar os cenários econômicos e resultados estratégicos e também as ações institucionais de apoio à indústria baiana. Em 2020, a data será marcada de forma diferente. A Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), à frente do Sistema FIEB, que abrange SESI, SENAI, IEL e CIEB, quer que a data seja lembrada como o ano em que os representantes do segmento deram exemplo de cidadania, capacidade de reação e resiliência. Mesmo diante de um cenário de incertezas e do forte impacto econômico causado pela pandemia do novo coronavírus, a indústria tem cumprido o seu papel. Uma grande mobilização na busca por soluções, seja para assegurar o abastecimento da população, seja reconfigurando seus processos produtivos para atender a demandas urgentes da sociedade ou, simplesmente, fazendo parte de uma grande onda de solidariedade e responsabilidade social que extrapolou o chão de fábrica.

Temos, aqui, algumas destas histórias para que, no Dia da Indústria, a sociedade possa ter a certeza de que estamos todos juntos nesta cruzada.

Veja como o Sistema FIEB e representantes da indústria baiana, empresas e representações sindicais se aliaram ao Estado, municípios e organizações sociais no enfrentamento e na busca por soluções contra a Covid-19.

Notícias

Cenários e atuação do empresariado industrial frente à pandemia

Por FIEB | 22 de maio de 2020

Os impactos da pandemia para a indústria

Queda na atividade industrial trouxe série de dificuldades para os empresários do setor.

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Por FIEB | 22 de maio de 2020

A indústria baiana se reinventa para enfrentar crise

Busca por soluções gerou uma rede de mobilização e ações de responsabilidade social.

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Por FIEB | 22 de maio de 2020

Sistema FIEB contribui no combate à Covid-19

SESI, SENAI, SENAI CIMATEC, IEL, CIEB e FIEB se mobilizam para continuar apoiando a indústria e toda a sociedade.

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Cases

Histórias de superação e solidariedade que mobilizaram a indústria baiana

Depoimentos

Representantes de empresas e especialistas destacam ações e desafios do momento

Sendo um setor de uso intenso de mão de obra, a Construção Civil assumiu o desafio de manter sua atividade em funcionamento, elegendo como foco seus colaboradores. Para tanto, o apoio da CBIC – Câmara Brasileira da Indústria da Construção e do SESI-BA, foram fundamentais na elaboração de protocolos específicos para essa época do COVID 19. O desafio da retomada da economia certamente passará por investimentos em habitação e infraestrutura logística/urbana e habitação, daí, nosso entendimento, de que este aprendizado também será importante no médio prazo, dada a possibilidade da necessidade de convivência entre as atividades de trabalho e de enfrentamento do coronavírus.

Carlos Henrique Passos

Diretor de Relações Institucionais do Sinduscon - Ba

As quatro empresas filiadas ao Sindaçúcar-BA mantiveram suas atividades durante a pandemia. O setor, empenhado em apoiar a sociedade, fez uma doação de mais de 260 mil litros de álcool, destinada aos serviços públicos de saúde e entidades de assistência social e religiosas. Em relação à economia, nossa avaliação é de que o impacto da crise gerada pelo novo coronavírus se prolongue por um ou dois anos. Vamos ter que nos adaptar a um mercado, que será diferente do que conhecemos hoje.

 

Luiz Carlos Borges Queiroga Cavalcanti

Presidente do Sindaçúcar - BA

“A indústria de vestuário de Feira de Santana enfrentou dois momentos. Primeiro, algumas empresas suspenderam as atividades, anteciparam férias dos trabalhadores. Depois, nos adaptamos e a produção foi direcionada para o fornecimento de equipamentos de proteção individual, preservando mais de 4 mil empregos e contribuindo nas ações de combate ao Covid-19.”

Edison Nogueira

Presidente do Sindvest Feira de Santana

“Cinco pequenas indústrias de confecção, antes concorrentes, se uniram para criar, em menos de uma semana, a Central das Máscaras. Isso representou a manutenção de mais de 250 empregos. Produzimos mais de 20 mil máscaras por dia, que são fornecidas para a Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, condomínios residenciais a proteção dos trabalhadores em serviços essenciais”

Hari Hartmann

Presidente do Sindvest Salvador

“A Indeba fornece saneantes para instituições de saúde de todo o Brasil. Nesta pandemia, destaco a doação de produtos e a solução para desinfecção da estrutura do Hospital Santo Antônio, das Obras Sociais Irmã Dulce. Somos parceiros e acompanhamos de perto o maravilhoso trabalho que esta instituição realiza. Temos algumas lições a tirar neste momento, mas uma delas é a força da união. E ela está prevalecendo.”

Juan Lorenzo

Diretor geral do Grupo Indeba

“O setor de mineração agiu muito rápido para adaptar sua forma de trabalho, no sentido de melhorar as condições de saúde e minimizar fontes de contaminação. Fornecedor de matéria prima para a indústria, o setor não parou, mas para sair dessa crise, com o menor impacto possível, é importantíssimo a união de todos e cada um fazendo sua parte.”

Paulo Misk

Presidente do Sindimiba

“Consigo ver no mercado que determinadas atividades já estão retomando – a indústria automotiva já fala em retorno em junho, a de linha branca também já está fazendo encomendas para 30 dias. O mercado está começando a se movimentar, mas tudo depende muito do que vai acontecer nesta pandemia.”

Roberto Fiamenghi

Presidente do Sinpeq

“As indústrias de papel e celulose têm buscado o equilíbrio entre minimizar os efeitos da Covid-19 e garantir que seus produtos saiam das fábricas e cheguem aos hospitais e residências. O setor tem investido na saúde pública, com a doação de respiradores, itens de higiene e limpeza e equipamentos de proteção, além do apoiar a implantação de hospitais de campanha em algumas regiões.”

Sabrina de Branco

Presidente do Sindpacel